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Aula 24 - Quem são os ets

Nessa aula você aprenderá quem são os ETs, como compreender consciências extraterrestres e a diversidade espiritual do universo.

Prof. Tibério Z

Por Prof. Tibério Z

Falar sobre ETs e extraterrestres desperta curiosidade, mas também desperta muito medo. Depois de filmes, séries e histórias populares, o tema entrou na cultura humana, mas ainda é tratado como algo distante, estranho e difícil de aceitar.

Muitas pessoas dizem ter interesse por seres de outros planetas, mas prefeririam encontrar um espírito a encontrar um extraterrestre na própria cozinha. Um contato direto com um ser muito diferente poderia causar pânico em grande parte da humanidade.

Isso acontece porque o tema ainda não foi bem digerido. É fácil falar de ETs em filmes de ficção científica. Mas encontrar uma consciência em um corpo muito diferente do humano mexeria com medos profundos, preconceitos e limitações coletivas.

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Tudo que existe faz parte do sonho do Criador

Para compreender ETs e extraterrestres, precisamos começar de forma mais ampla. Tudo que existe faz parte do sonho do Criador. A criação nasce em dimensões muito elevadas e vai reduzindo sua vibração até chegar à terceira dimensão.

A terceira dimensão é o plano físico onde estamos agora. Nela existem estrelas, planetas, corpos, matéria e formas biológicas. Se o universo é imenso, com incontáveis estrelas e planetas, é lógico pensar que existe vida fora da Terra.

Mesmo que nossos instrumentos ainda não tenham mostrado tudo, isso não significa que a vida não exista. A limitação está também na nossa capacidade de observar. Mal conseguimos ver com profundidade os planetas mais distantes do nosso próprio sistema.

Cada planeta pode ter corpos biológicos diferentes

Cada planeta oferece condições diferentes de matéria, energia, atmosfera, gravidade e desenvolvimento. Por isso, cada mundo pode sustentar corpos biológicos próprios. Aqui usamos o corpo humano. Em outro planeta, a consciência pode estar ancorada em outra forma física.

A consciência não é humana em essência. Humano é o corpo usado nesta experiência terrestre. A fagulha divina, o ego superior ou a consciência pode se ancorar em muitos tipos de corpos, em muitos mundos e em muitas formas de vida.

Por isso, um extraterrestre não é diferente de nós no sentido espiritual. A diferença está no corpo biológico, na história daquele planeta, no nível de desenvolvimento daquela civilização e na forma como aquela consciência se manifesta na matéria.

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A diversidade da Terra mostra a diversidade do universo

O hermetismo ensina que o que está em cima é como o que está embaixo. Para compreender a diversidade do universo, basta olhar para a própria Terra. Aqui existem inúmeras formas de insetos, aves, mamíferos, peixes, bactérias e plantas.

Se a diversidade é tão grande em um único planeta, imagine em incontáveis planetas da terceira dimensão. Podem existir seres em corpos parecidos com insetos, felinos, aves, répteis, formas humanoides ou estruturas que sequer conseguimos imaginar.

Por isso, não deveria ser absurdo imaginar ETs em formas muito diferentes. O problema é que o ser humano ainda tem dificuldade para conviver com diferenças dentro do próprio planeta. Essa limitação torna o contato extraterrestre ainda mais delicado.

A humanidade ainda não sabe lidar com diferenças

O ser humano ainda se divide por grupos, crenças, religiões, política, gênero, cor, classe social e estilo de vida. Muitas vezes, tudo que é diferente da nossa tribo gera medo, ataque, preconceito ou rejeição.

Se ainda temos dificuldade para lidar com diferenças humanas básicas, como lidaríamos com uma civilização extraterrestre em corpo felino, reptiliano, cinzento ou parecido com um louva-a-deus? O choque psicológico seria enorme.

Esse é um dos motivos pelos quais muitos seres não entram em contato aberto com a humanidade. Eles respeitam nosso nível de consciência. Sabem que um contato direto poderia gerar histeria coletiva, medo, violência e interpretações distorcidas.

Extraterrestres são consciências em outros corpos

ETs e extraterrestres devem ser compreendidos como consciências ancoradas em corpos diferentes. A consciência que anima um corpo humano é da mesma natureza da consciência que anima um corpo extraterrestre. A diferença é o instrumento biológico usado.

Antes de virmos para a Terra, podemos ter vivido em outros planetas, em outros corpos e em outras civilizações. A consciência é antiga, ampla e não se limita a uma única forma física ou a um único mundo.

Os planetas funcionam como grandes laboratórios conscienciais. Cada um oferece experiências específicas. Em um mundo, a consciência aprende certas coisas. Em outro, aprende outras. Em cada corpo, vive percepções, sentidos, limites e possibilidades diferentes.

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O corpo físico influencia a consciência

O corpo biológico não define a essência do ser, mas influencia a forma como a consciência se expressa. O cérebro físico, o DNA e a estrutura energética de cada raça podem facilitar ou dificultar a conexão com o eu divino.

No caso humano, a experiência terrestre envolve um corpo com capacidade limitada de recepção da consciência superior. Isso cria uma sensação de separação, esquecimento espiritual e dificuldade de acessar plenamente a própria origem.

Mesmo assim, o corpo não determina tudo. Dentro da raça humana, existem pessoas com mais ou menos conexão com o divino. O mesmo vale para qualquer raça extraterrestre. Cada indivíduo tem seu próprio nível de consciência.

O projeto Terra como laboratório consciencial

Dentro dessa visão, a Terra pode ser entendida como um projeto consciencial. Seres de alta consciência teriam escolhido viver em corpos com baixa capacidade de recepção divina para observar como a consciência se comporta nessas condições.

Esse projeto não é punição, prisão ou castigo. É uma experiência. A consciência é eterna, e as dores, limitações e conflitos da vida humana fazem parte de um teatro temporário vivido dentro de um corpo físico específico.

Muitas consciências de vários pontos do universo teriam aceitado participar dessa experiência. Vieram para a Terra para viver, aprender, sentir, enfrentar a limitação do corpo humano e ajudar no desenvolvimento deste planeta.

Não devemos classificar raças como boas ou ruins

Existe muita tentativa de classificar raças extraterrestres como boas ou ruins. Fala-se que reptilianos seriam negativos, que grays seriam perigosos, que pleiadianos seriam bons ou que arcturianos seriam superiores. Essa simplificação cria preconceito intergalático.

Uma raça não determina automaticamente o nível moral ou espiritual de uma consciência. Na humanidade, existem pessoas que ajudam e pessoas que destroem. O mesmo pode acontecer em qualquer civilização extraterrestre.

Podem existir reptilianos de alta consciência, ajudando o planeta Terra, assim como podem existir seres de raças consideradas elevadas com baixa consciência individual. O que importa não é a raça, mas o nível de conexão do ser com o divino.

Seres extraterrestres podem se plasmar em formas humanas

Muitos seres de outras origens podem se apresentar em formas humanas para não assustar. Se aparecessem como realmente são, o medo humano poderia impedir qualquer contato. Por isso, podem usar imagens conhecidas, como mestres, caboclos, pretos velhos ou figuras familiares.

Isso pode acontecer em ambientes espirituais diferentes. Um ser de outro planeta pode atuar dentro de uma linha conhecida pela humanidade, usando uma aparência que a pessoa consiga aceitar. O objetivo não é enganar, mas facilitar o contato.

Se um ser reptiliano de alta consciência aparecesse diretamente, muitas pessoas fugiriam por preconceito. Mas, se ele se apresenta em uma forma humana ou simbólica, consegue ajudar sem ativar o medo automático do inconsciente coletivo.

O plano astral também é ponto de encontro

Quem deseja compreender contatos com ETs precisa entender dimensionalidade. A quarta dimensão, ou plano astral, não é exclusiva da Terra. Ela existe em todo o universo e pode servir como campo de encontro entre consciências de diferentes planetas.

Um ser humano pode se projetar para o plano astral, enquanto um extraterrestre também pode se projetar a partir de seu planeta. Nesse campo, o encontro pode acontecer sem a necessidade de deslocamento físico convencional.

No plano astral, o tempo e o espaço funcionam de outra forma. A distância entre mundos pode ser vencida de maneira muito mais simples. Por isso, muitos contatos podem acontecer fora do corpo, em sonhos lúcidos ou experiências projetivas.

Naves também podem atuar entre dimensões

Algumas naves podem funcionar por mudança vibratória. Elas podem estar na terceira dimensão, alterar a frequência, deslocar-se pela quarta dimensão e depois se materializar novamente em outro ponto da terceira dimensão.

Esse tipo de deslocamento seria muito mais eficiente do que percorrer enormes distâncias físicas em linha reta. O que a física chama de possibilidades como buracos de minhoca pode ter relação com processos dimensionais mais complexos.

No plano astral, muitas pessoas relatam ver naves, movimentos no céu e estruturas que não pertencem ao nosso mundo comum. Isso mostra que a atividade extraterrestre pode acontecer em muitos níveis, não apenas no físico denso.

Tecnologia não é o mesmo que consciência

Uma civilização pode ser muito tecnológica e ainda ter baixa consciência. Desenvolvimento tecnológico não significa desenvolvimento espiritual. Existem raças que dominaram processos avançados de matéria, energia e espaço, mas ainda vivem conflitos, disputas e destruição.

Também pode existir o contrário: civilizações com menos tecnologia externa, mas com grande desenvolvimento consciencial. Outras podem ter os dois. E algumas podem não ter nem tecnologia avançada nem consciência elevada.

Por isso, não devemos imaginar que todos os extraterrestres são superiores apenas porque possuem naves ou tecnologias que não compreendemos. Tecnologia mostra domínio de processos materiais. Consciência mostra maturidade, ética, união e compreensão da vida.

Algumas civilizações avançaram mais rápido

Muitas raças chegaram a tecnologias avançadas porque organizaram suas sociedades de outro modo. Em vez de gastar energia com guerras, disputas e destruição, investiram em ciência, conhecimento, energia, genética, matéria e desenvolvimento coletivo.

Na Terra, grande parte dos recursos é desperdiçada em armas, guerras, disputas econômicas e interesses egoístas. Quando há interesse real, como vimos em grandes mobilizações científicas, o conhecimento avança rapidamente.

Se a humanidade se unisse para desenvolver saúde, energia, ciência e qualidade de vida, estaríamos muito mais avançados. O atraso humano não vem apenas da falta de inteligência, mas da falta de união e consciência coletiva.

Planetas também seguem processos evolutivos

Quando um planeta é criado, há um processo de organização da matéria, da órbita, da atmosfera, da vida e das formas biológicas. Seres de alta consciência podem atuar nesse planejamento como auxiliares da criação.

Depois, consciências em estágios adequados passam a habitar aquele mundo e desenvolver sua civilização. Cada planeta começa em um estágio mais primitivo e segue um caminho próprio, conforme as escolhas coletivas dos seres que vivem ali.

Algumas civilizações se unem e avançam. Outras se destroem em guerras. Algumas conseguem equilíbrio entre tecnologia e consciência. Outras alcançam tecnologia antes de amadurecer internamente e acabam colocando o próprio planeta em risco.

A Terra está diante de uma escolha coletiva

O planeta Terra vive um ponto delicado. Ou a humanidade começa a se perceber como uma raça única e se une para resolver seus problemas, ou continuará caminhando para conflitos cada vez maiores.

Essa reflexão não precisa ser alarmista. A vida continua, porque a consciência é eterna. Mas, como projeto humano tridimensional, a raça pode avançar, se transformar ou se destruir, dependendo das escolhas coletivas que fizer.

Se a humanidade se destruir, as consciências continuarão suas jornadas em outros lugares. O planeta pode se regenerar ou outro ciclo pode começar em algum momento. A vida não termina, mas uma experiência planetária pode falhar.

Todos nós somos extraterrestres

A pergunta se eles estão entre nós pode ter uma resposta simples: todos nós somos extraterrestres. Nenhum de nós precisa ser original da Terra. Somos consciências antigas, com bilhões de anos de existência, vindas de muitos lugares do universo.

O corpo atual é terrestre, mas a consciência pode ter vivido em muitos planetas antes. Por isso, algumas pessoas sentem desde cedo que não pertencem à Terra, como se tivessem saudade de um lugar que não conseguem identificar.

Esse sentimento pode surgir porque a consciência carrega registros de outros mundos, outras relações e outras experiências. Talvez a Terra seja apenas uma das muitas escolas pelas quais passamos ao longo de uma trajetória muito maior.

Sentir que não pertence à Terra pode ser comum

Muitas pessoas sentem deslocamento neste planeta. Não entendem a violência, a injustiça, a miséria, a guerra, a desigualdade e a falta de consciência coletiva. Sentem que algo está errado, como se viessem de uma realidade diferente.

Isso pode acontecer porque carregam memórias profundas de planetas mais equilibrados. Quem viveu em mundos sem miséria pode se revoltar ao ver miséria criada pelo próprio egoísmo humano. Quem viveu em mundos pacíficos pode sofrer ao ver guerras.

Mas, se estamos aqui, precisamos fazer as pazes com a Terra. Não adianta viver apenas com saudade de outro lugar. A melhor pergunta é: o que posso fazer de melhor aqui, enquanto minha consciência está ancorada neste corpo?

Viemos para viver a experiência da Terra

Estar na Terra não é castigo. A consciência escolheu viver esta experiência por algum motivo. Veio sentir o corpo humano, enfrentar suas limitações, aprender com as relações, ajudar no projeto do planeta e participar de sua transformação.

A Terra pode parecer difícil para seres acostumados a maior harmonia. Mesmo assim, a escolha foi feita antes da encarnação. A consciência sabia que este corpo reduziria sua percepção e que a experiência humana seria desafiadora.

Por isso, em vez de rejeitar totalmente a vida terrestre, precisamos descobrir o que há de melhor aqui. A Terra também oferece beleza, afeto, natureza, aprendizado, vínculos, experiências sensoriais e oportunidades profundas de crescimento.

Mentores podem ser amigos de outros planetas

Muitos mentores espirituais podem ser extraterrestres ou amigos de outros planetas. Eles nos acompanham, inspiram, orientam e ajudam a continuar o que viemos viver na Terra. Muitas vezes, aparecem em formas humanas para que possamos compreendê-los.

Podem se apresentar como pretos velhos, caboclos, mestres da fraternidade branca, figuras luminosas ou símbolos conhecidos. A forma usada depende do que nossa mente consegue aceitar sem medo ou bloqueio.

Esses seres não abandonaram a humanidade. Desde o início, acompanham o desenvolvimento do planeta e ajudam aqueles que vieram participar deste projeto. Muitas vezes, fazem parte da nossa própria família estelar.

Grandes mestres também podem ser consciências cósmicas

Seres como Cristo, Buda e outros grandes mestres podem ser compreendidos como consciências de altíssima expansão, com experiências acumuladas em muitos mundos, dimensões e formas de existência.

Esses seres vieram à Terra para ajudar no desenvolvimento da consciência humana. Encarnaram, usaram o corpo físico e aceitaram as limitações deste plano para transmitir conhecimento e abrir caminhos.

Essa visão não diminui sua importância. Pelo contrário, mostra a coragem de consciências muito amplas que aceitaram entrar em um corpo reduzido para auxiliar uma humanidade ainda em estágio difícil de amadurecimento.

Somos tratados como mestres porque aceitamos o desafio

Muitos seres elevados tratam os humanos como mestres porque reconhecem a dificuldade da experiência terrestre. Não é simples sair de campos mais expandidos e encarnar em um corpo que limita quase totalmente a lembrança da própria origem.

Aceitar nascer na Terra exige coragem. A consciência sabe que passará por esquecimento, dor, trauma, medo, reencarnações difíceis e limitações profundas. Mesmo assim, aceita participar do desenvolvimento deste planeta.

Por isso, não somos seres pequenos ou sem valor. Somos consciências antigas vivendo uma experiência difícil. A limitação atual não define a grandeza da consciência. Ela apenas mostra o desafio que aceitamos enfrentar.

ETs e extraterrestres ampliam nossa visão da vida

Falar sobre ETs e extraterrestres não é apenas falar de naves ou seres estranhos. É ampliar a visão sobre consciência, dimensões, corpos, planetas, projetos evolutivos e a imensa diversidade da criação.

O universo é vasto demais para que a Terra seja a única escola. Existem incontáveis mundos, formas de vida, civilizações, experiências e caminhos. Cada planeta oferece uma forma diferente de expansão da consciência.

Quando entendemos isso, o medo diminui. Os extraterrestres deixam de ser monstros ou salvadores distantes e passam a ser consciências como nós, vivendo outros corpos, outras histórias e outras experiências dentro do grande sonho do Criador.