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Aula 36 - Como desbloquear os 7 chakras

Nessa aula você aprenderá como desbloquear os 7 chakras, compreender o corpo energético e melhorar a circulação do prana.

Prof. Tibério Z

Por Prof. Tibério Z

Para compreender como desbloquear os chakras, primeiro precisamos entender frequência vibracional. Tudo que existe pode ser observado em camadas. Quando olhamos para a mão, vemos pele e forma, mas, ao aprofundar, encontramos células, moléculas, átomos e partículas menores.

Indo mais fundo, chegamos a teorias como a das supercordas, que propõem a realidade como frequências vibracionais em formas e configurações diferentes. Tudo que existe seria formado por essas frequências, organizadas em infinitas combinações dentro da criação.

Por isso, falar de chakras não é falar apenas de energia de forma vaga. É falar de frequências vibracionais, de emissão, recepção e circulação. Desbloquear os Chakras é permitir que essas frequências circulem melhor entre corpo físico, corpo energético e consciência.

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O corpo físico é uma antena eletromagnética

O corpo físico pode ser compreendido como uma antena eletromagnética. Ele capta e emite frequências vibracionais o tempo todo. Nesse momento, essa estrutura biológica está ancorando uma consciência, uma fagulha divina ou uma parte individualizada do Criador.

O hermetismo ajuda a compreender isso quando afirma que o que está em cima está embaixo e o que está embaixo está em cima. Toda tecnologia humana, como rádio, televisão e celular, funciona com princípios que também existem na natureza.

Assim como um rádio capta frequências e transforma em som, o corpo capta frequências e transforma em percepção, emoção, pensamento e ação. Ele é um aparelho vivo, ligado a dimensões diferentes e sustentado por trocas vibracionais constantes.

O corpo físico é formado por cinco corpos dimensionais

O que chamamos de corpo físico não é apenas o corpo de carne, ossos, sangue, cérebro e órgãos. Para a consciência atuar na terceira dimensão, existe um conjunto de cinco corpos dimensionais funcionando ao mesmo tempo e no mesmo espaço.

Existe o corpo físico, depois o corpo etérico ou duplo etérico, que é uma cópia energética do corpo físico. Depois temos o corpo astral, ligado aos sentimentos, e o corpo mental inferior, ligado ao ego, à razão e aos pensamentos concretos.

Também existe o corpo mental superior, relacionado a informações mais amplas da humanidade, semelhantes ao que Jung chamou de inconsciente coletivo. Esses corpos trocam frequências vibracionais constantemente para que a consciência possa se manifestar na experiência humana.

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O corpo físico reduz frequências mais sutis

O corpo físico também funciona como um redutor de frequências vibracionais. As informações vindas do corpo astral, mental inferior e mental superior chegam em frequências mais sutis, mas precisam ser rebaixadas para serem compreendidas pelo cérebro físico.

Quando pensamos em uma maçã, acessamos uma frequência vibracional armazenada no corpo mental inferior. Essa informação chega à glândula pineal, é transmitida ao cérebro físico e então conseguimos formar a imagem mental e reconhecer o objeto.

Com as emoções ocorre algo semelhante. O corpo astral armazena amor, raiva, mágoa, rancor, alegria e medo. Após a morte física, essas emoções podem ser sentidas com mais intensidade, porque o corpo físico deixa de reduzir suas frequências.

O corpo físico é um sistema vivo de muitas consciências

O corpo físico não é uma coisa única e simples. Ele é formado por milhões de células, bactérias, vírus e pequenos organismos trabalhando juntos. É como um planeta fechado, um sistema vivo em que muitas inteligências sustentam uma experiência maior.

Essas consciências menores trabalham para manter o corpo funcionando, permitindo que a consciência principal esteja ancorada na terceira dimensão. Por isso, o corpo físico é uma estrutura complexa, organizada e profundamente integrada.

Quando falamos em desbloquear os chakras, não estamos falando apenas de pontos isolados. Estamos falando de um sistema inteiro, onde corpo físico, corpo energético, células, consciência e frequências vibracionais se comunicam o tempo todo.

Os chakras não estão no corpo físico

Os chakras não estão localizados no corpo físico. Eles pertencem ao duplo etérico, também chamado de corpo energético ou corpo vibracional. Esse corpo é uma réplica energética do corpo físico e faz a ponte entre dimensões diferentes.

Os chakras são antenas de emissão e recepção. Eles captam e emitem frequências vibracionais do corpo astral, do corpo mental inferior, do corpo mental superior e também captam ti, chi ou prana, que é a energia vital.

Essa energia vital abastece o corpo físico por meio de canais energéticos. Enquanto estamos vivos, o corpo etérico recebe, transforma e distribui prana continuamente, mantendo vitalidade, funcionamento e ligação entre consciência e corpo físico.

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Chakras são células energéticas do corpo etérico

Para cada célula do corpo físico, existe uma cópia energética no corpo etérico. Essa cópia pode ser compreendida como um microchakra. Portanto, antes de pensar apenas nos sete chakras principais, precisamos entender que existem milhões de chakras menores.

Esses microchakras captam e emitem ti, prana e frequências dos outros corpos dimensionais. Eles funcionam como pequenas antenas, mantendo comunicação entre o corpo físico, o corpo astral, o mental inferior e o mental superior.

Assim como as células físicas se organizam para formar órgãos, os microchakras também se organizam para formar órgãos energéticos. Os chakras principais são grandes conjuntos funcionais dentro do corpo energético, com funções específicas na consciência e na vitalidade.

Os canais de energia distribuem prana pelo corpo

No corpo etérico, também existem canais por onde o prana e as frequências vibracionais circulam. Os indianos chamam esses canais de nadis. A acupuntura estuda canais semelhantes, relacionados ao coração, fígado, rins, intestino e outros sistemas.

Esses canais são redes energéticas que distribuem energia vital para o corpo físico. Os chakras captam, transformam e enviam frequências por esses caminhos, abastecendo órgãos, glândulas, tecidos e sistemas do corpo.

Quando esses canais estão obstruídos, a energia não circula bem. Quando estão mais livres, o corpo recebe melhor o ti e o prana. Por isso, desbloquear os chakras também envolve liberar canais energéticos, não apenas estimular centros isolados.

Os sete chakras principais são órgãos do corpo energético

Embora existam muitos chakras importantes, os sete chakras principais são os mais conhecidos no Ocidente. Eles podem ser entendidos como grandes órgãos do corpo energético, assim como o coração, pulmões, rins e fígado são órgãos do corpo físico.

Esses chakras captam frequências específicas e distribuem energia para diferentes aspectos da vida. Eles sustentam vitalidade, sobrevivência, prazer, ação, amor, expressão, visão, entendimento e conexão com dimensões superiores.

Por isso, eles não devem ser tratados como peças mecânicas. Cada chakra está ligado a um aspecto da consciência. Desbloquear os Chakras é desenvolver esses aspectos, permitindo que a energia deixe de ficar presa em medos, desejos, ilusões ou conflitos.

Os chakras são portais da consciência

Além de órgãos energéticos, os chakras são portais da consciência. Eles não funcionam plenamente apenas porque alguém aplicou uma técnica de alinhamento. A técnica pode ajudar, mas o fundamento real está no desenvolvimento da consciência.

Se a consciência da pessoa não amadurece, os chakras continuam refletindo medos, bloqueios, obsessões, carências e padrões repetitivos. O chakra não é separado da vida. Ele responde ao modo como pensamos, sentimos, agimos e interpretamos a realidade.

Por isso, desbloquear os chakras não é apenas meditar sobre cores ou receber uma aplicação energética. É desenvolver consciência, resolver questões práticas, amadurecer o ego, compreender emoções e transformar a forma de viver.

O desenvolvimento dos chakras acontece ao mesmo tempo

Embora possamos estudar os chakras em sequência, o desenvolvimento deles não acontece de forma rígida. Não é preciso resolver completamente o chakra básico para depois trabalhar o sexual, e assim por diante. Todos funcionam simultaneamente.

É como a pirâmide de Maslow. As necessidades acontecem ao mesmo tempo, embora algumas fiquem mais urgentes em determinados momentos. Uma pessoa pode ter questões materiais difíceis e, ainda assim, desenvolver aspectos espirituais importantes.

Quando falamos em desbloquear os chakras, falamos de desenvolver sete aspectos da consciência. Esses aspectos caminham juntos, se influenciam e revelam onde a energia está fluindo bem ou onde está presa em algum padrão.

O chakra básico ensina a sobreviver

O chakra básico é um dos mais fundamentais. Ele ensina sobrevivência, estrutura, segurança e presença na Terra. Nenhum animal acorda esperando que outro resolva sua vida. Todos buscam alimento, abrigo e meios de continuar vivos.

No ser humano, essa sobrevivência passa por dinheiro, moradia, comida e capacidade de sustentar a própria existência. O chakra básico pergunta se a pessoa consegue viver sem depender totalmente dos outros para comer, morar e manter o corpo físico.

Quando essa área está desorganizada, toda a consciência pode ficar presa no medo da sobrevivência. A pessoa pensa o dia inteiro em dinheiro, dívida, comida, aluguel e insegurança, impedindo que a energia suba para outros campos da vida.

O medo prende a energia no chakra básico

Quando alguém não sabe o que vai comer, se será despejado ou como sustentará a família, a mente entra em looping. A consciência fica girando no chakra básico, repetindo medo, urgência e preocupação com a sobrevivência.

Essa energia deveria circular pelos canais, abastecendo o corpo e os outros chakras. Mas fica presa, criando hiperatividade no básico. Com o tempo, isso pode gerar neuroses, esgotamento e enfraquecimento do corpo físico.

Por isso, resolver a vida material é espiritual. Ter onde morar, o que comer e alguma autonomia financeira libera energia para prazer, ação, amor, expressão e entendimento. A espiritualidade não deve ignorar a sobrevivência.

Desbloquear o básico exige assumir a própria vida

O chakra básico ensina a parar de ser mendigo da existência. Isso não significa falta de humildade, mas assumir a responsabilidade pela própria sobrevivência. Como todos os seres vivos, o ser humano precisa usar seus recursos para se manter vivo.

No caso humano, o principal recurso é a inteligência. Disciplina, força de vontade, aprendizado, trabalho e organização ajudam a resolver questões materiais. Cada pessoa precisa encontrar seus meios, como cada animal encontra seu modo de sobreviver.

Enquanto o dinheiro domina todo o pensamento, a energia fica presa no básico. Quando a pessoa encontra algum equilíbrio material, abre espaço interno para outras perguntas: tenho prazer em viver, consigo agir, consigo amar, consigo expressar quem sou?

O chakra sexual ensina prazer pela vida

Depois da sobrevivência, surge outro aprendizado: o prazer. O chakra sexual não fala apenas de sexo ou prazeres intensos. Ele fala do prazer de estar vivo, de sentir a existência, de acordar e perceber algum sentido em viver.

Muitas pessoas têm dinheiro, casa e comida, mas acordam sem alegria. Olham para a vida como peso, castigo ou repetição sem sentido. A energia então fica presa no chakra sexual, buscando um motivo para continuar participando da existência.

O chakra sexual pergunta se a pessoa ama a vida. Não uma vida perfeita, sem problemas ou sombras, mas a vida real, com alegrias, dores, dificuldades, perdas, encontros e tudo que compõe a experiência humana.

Prazer verdadeiro não é prazer descontrolado

Quando falamos de prazer, não estamos falando de uma busca desordenada por sexo, drogas, excesso ou fuga. O prazer do chakra sexual é mais profundo. É o aconchego interior de perceber que estar vivo tem valor.

O único propósito essencial da vida é viver. Diante disso, podemos viver de forma triste ou viver buscando algum estado de presença, aprendizado e prazer de existir. A vida seguirá acontecendo por fatos que nem sempre controlamos.

Enquanto a pessoa enxerga apenas sombras, guerras, egoísmo e destruição, a energia fica presa. Também existem pessoas ajudando, criando, cuidando e trabalhando pelo bem. O chakra sexual precisa aprender a ver a vida inteira, não apenas sua parte difícil.

O plexo solar ensina poder de ação

O plexo solar está ligado ao poder. Não apenas poder sobre outras pessoas, mas poder de agir, realizar, transformar e materializar algo na terceira dimensão. Ele ensina a sair da ideia e colocar movimento no mundo.

Materializar não significa imaginar uma maçã até que ela apareça na mão. Na Terra, materializar é ter uma ideia, plantar a semente, cuidar da terra, regar, esperar a árvore crescer e, finalmente, colher o fruto.

Esse chakra fala de projeto, ação, força, disciplina e capacidade de transformar realidade. Ele pergunta se a pessoa consegue acordar, levantar, agir e levar algo adiante, mesmo que seja mudar a própria casa, o próprio trabalho ou a própria vida.

O poder também precisa de sabedoria

O poder do plexo solar pode ser usado para construir ou dominar. Existem pessoas com muito poder, mas pouco amor, pouca visão e pouca responsabilidade. Por isso, desenvolver poder também exige aprender como lidar com ele.

Muitas vezes, a consciência se programa para viver experiências de poder justamente para aprender a administrar esse poder. Isso pode levar vidas, porque só compreendemos certas forças quando passamos por elas concretamente.

Enquanto esse poder interior está adormecido, a pessoa sente vontade, mas não age. Tem sonhos, mas não materializa. Tem ideias, mas não constrói. A energia fica presa no plexo solar, esperando ação, direção e coragem.

O chakra coronário capta dimensões superiores

O chakra coronário fica um pouco acima do corpo físico. Ele é uma grande antena de captação do mental inferior, do mental superior e de frequências mais sutis. Também participa da entrada de ti e prana no sistema energético.

Esse chakra não se desenvolve por força direta. Ele se abre quando os outros chakras estão mais equilibrados e quando a consciência está preparada para receber mais energia, informação, intuição e conexão com planos superiores.

A Cabala ensina que recebemos a energia que nosso pote suporta. Se a pessoa não tem estrutura para determinada carga vibracional, aquilo pode desorganizá-la. Por isso, o coronário depende da ampliação da consciência.

Nem toda energia pedida pode ser sustentada

Muitas pessoas pedem grandes coisas ao universo, como muito dinheiro, poder, mediunidade ou conhecimento. Mas nem sempre perguntam se têm estrutura para sustentar aquilo. Toda energia recebida precisa de um recipiente capaz de suportá-la.

Dinheiro também é energia. Poder também é energia. Informação também é energia. Se a pessoa recebe uma carga maior do que sua consciência consegue administrar, essa energia pode destruir mais do que ajudar.

Por isso, o chakra coronário se abre conforme a consciência amadurece. Quando o corpo físico, o corpo energético e o campo emocional estão mais preparados, a flor de mil pétalas começa a captar mais informação e mais prana.

O chakra frontal ensina clareza e entendimento

O chakra frontal está ligado ao entendimento. Muitas soluções estão diante de nós, mas não conseguimos enxergar. Mentores, mestres e a própria vida enviam sinais o tempo todo, mas nossa frequência pode estar presa em medo, desejo, raiva ou confusão.

Quando o frontal começa a se abrir, a pessoa sai de certas ilusões. Ela entende melhor a regra do jogo da Terra. Percebe que a vida não é fácil, mas também percebe que compreender isso ajuda a agir melhor.

Esse chakra não serve apenas para ver espíritos. Ele traz clareza para interpretar pessoas, situações, caminhos e riscos. Desbloquear os Chakras também significa desenvolver visão suficiente para parar de viver no mundo do Papai Noel.

O entendimento tira a pessoa da ilusão

O planeta Terra é um planeta de sobrevivência para todos os animais. Isso não quer dizer que a vida seja ruim, mas que ela exige atenção, presença e capacidade de agir diante das condições existentes.

Todos os animais sabem lidar com seu ambiente. Sabem quando fugir, quando se esconder, quando avançar e quando se proteger. O ser humano, muitas vezes, perde esse entendimento por viver preso a fantasias mentais.

O chakra frontal ensina a enxergar a realidade com mais clareza. Nem todas as pessoas são confiáveis, nem todos os caminhos são bons, nem toda situação merece nossa entrega. Ver isso não é pessimismo, é lucidez.

O chakra laríngeo ensina expressão

O chakra laríngeo está ligado à expressão. Ele ensina a colocar a própria voz no mundo. Essa voz pode ajudar, construir, ensinar e curar, mas também pode destruir, manipular e dominar, porque os chakras não têm moral própria.

Ditadores usaram a fala para destruir povos inteiros. Professores, artistas e terapeutas podem usar a fala para ajudar. O chakra laríngeo dá força à expressão, mas o uso dessa força depende da consciência de quem fala.

Esse chakra pergunta se a pessoa consegue ser quem é. Se consegue expressar sua visão, sua presença, sua arte e sua palavra sem viver completamente presa ao que os outros vão achar, pensar ou exigir.

Calar a própria voz aprisiona energia

Quando alguém cala a própria expressão para não desagradar, não aparecer ou não confrontar expectativas, prende frequências vibracionais no campo. Aos poucos, essa energia reprimida pode virar revolta, tristeza, falsidade ou vida oculta.

Expressar-se não significa falar tudo de qualquer modo. É preciso tato, porque as pessoas têm ego, dor e limites. Mas viver sempre atrás de máscaras, medindo cada palavra por medo, impede que o divino se manifeste através da pessoa.

A riqueza da vida está na diferença. Uma flor é uma flor, um cravo é um cravo, uma rosa é uma rosa. Se todos fossem iguais, o universo teria criado clones, não consciências individuais com vozes próprias.

O chakra cardíaco é o centro do ser humano

Muitas pessoas pensam que o objetivo principal é desenvolver o coronário. Mas o chakra central do ser humano é o cardíaco. É no coração que as energias mais materiais e as energias mais sutis se encontram.

As energias telúricas sobem pelo básico, sexual e plexo solar. Elas trazem sobrevivência, prazer e poder de ação. As energias mais sutis descem pelo coronário, frontal e laríngeo, trazendo consciência, entendimento e expressão.

Quando essas forças se encontram no coração, Yin e Yang se unem. O ego e o divino começam a trabalhar juntos. Essa união abre o campo do amor incondicional, representado em muitas tradições pela luz que irradia do coração.

O amor incondicional nasce da integração

O amor incondicional não nasce de negar a vida material. Ele surge quando sobrevivência, prazer, poder, consciência, visão e expressão estão mais integrados. A pessoa já não luta tanto contra a existência nem vive presa apenas ao ego.

Quando o chakra cardíaco se expande, o campo magnético do coração também se amplia. A presença da pessoa começa a transformar ambientes. Ela não precisa falar muito. A própria frequência já transmite cuidado, força e equilíbrio.

Esse estado não destrói o ego. O ego não deve ser eliminado, mas unido ao divino. Quando Yin e Yang se fundem, a pessoa deixa de viver dividida e passa a manifestar uma presença mais inteira no mundo.

A iluminação é a união entre ego e divino

O que muitos chamam de iluminação espiritual pode ser entendido como a união entre ego e divino. O ego continua existindo, mas deixa de comandar sozinho. O divino se torna presente, e as duas forças passam a agir em parceria.

Nesse estado, os canais energéticos fluem com mais liberdade, a vitalidade aumenta e a mente encontra silêncio. A pessoa deixa de viver dominada por desejos, medos, problemas e separações internas. Existe apenas presença.

Essa união marca o fim de uma etapa da roda de aprendizado na Terra. Quando o amor incondicional se estabiliza, a consciência já aprendeu as principais lições desta experiência e pode escolher novos desafios.

Desbloquear os Chakras exige responsabilidade pela própria vida

Grande parte dos bloqueios nasce da forma como a pessoa pensa, sente e vive. Muitas vezes chamamos de obsessão aquilo que começa como auto-obsessão. A pessoa repete ódio, mágoa e pensamentos negativos até densificar essas frequências no campo energético.

Essas formas-pensamento podem prender energia na aura, enfraquecer o corpo e, com o tempo, afetar até o corpo físico. A frequência nasce na mente, desce para o corpo energético e pode se manifestar como desequilíbrio.

Por isso, assumir responsabilidade é essencial. Enquanto a pessoa culpa apenas obsessores, inveja, magia ou ataques externos, não muda a própria frequência. Quando percebe sua participação, recupera poder para transformar o campo vibracional.

As duas flechas mostram como criamos sofrimento

A vida sempre trará flechas. Perdas, demissões, doenças, conflitos e frustrações fazem parte da experiência humana. Essa é a primeira flecha, aquilo que acontece e que muitas vezes não controlamos diretamente.

A segunda flecha é criada por nós. Depois que algo acontece, ficamos repetindo, ruminando, odiando, reclamando e mantendo a dor aberta. A pessoa foi demitida uma vez, mas continua se ferindo por anos com a mesma lembrança.

Desbloquear os Chakras também é retirar essas flechas internas. É sentir a dor, cuidar da ferida, deixar cicatrizar e seguir. A cicatriz pode ficar como aprendizado, mas não precisa continuar sangrando todos os dias.

O ego precisa ser educado, não destruído

O ego não deve ser tratado como inimigo. Ele é uma estrutura psíquica, um programa, uma criança interna que reage, sente medo, sente raiva, quer atenção e muitas vezes se machuca com o mundo.

Quando o ego fica irritado, triste ou revoltado, é preciso conversar com ele. Perguntar o que está sentindo, por que está com raiva, o que foi ferido e o que pode ser feito com aquela energia.

Negar a raiva, a tristeza e a mágoa coloca pedras nas costas. Olhar para elas permite compreender, educar e liberar. Essa conversa interna ajuda a energia a circular melhor pelos chakras e impede novos bloqueios.

A aura reflete o estado dos corpos e dos chakras

A aura pode ser compreendida como o campo magnético em torno dos corpos. Ela envolve corpo físico, etérico, astral, mental inferior e mental superior, formando um grande campo de frequências vibracionais em constante movimento.

Quando há pensamentos repetitivos, mágoas ou obsessões mentais, podem surgir vórtices presos nesse campo. A energia que deveria circular fica concentrada, criando pontos de estagnação e fragilidade no corpo energético.

Quando a pessoa não cuida do corpo, da mente e da consciência, o campo pode ficar enfraquecido, com buracos e brechas. Isso facilita a entrada de formas-pensamento, larvas astrais e influências externas compatíveis com aquela frequência.

Criação e destruição também fazem parte do universo

No universo existem forças de criação e destruição. Estrelas nascem e estrelas morrem. Planetas se formam e planetas são destruídos. O mesmo princípio aparece nos campos espirituais, psicológicos e humanos.

Existem consciências que escolhem criar, ajudar, construir e cuidar. Também existem consciências que escolhem destruir, atrapalhar e desorganizar. Tirar o julgamento simplista ajuda a entender que essas forças fazem parte da dinâmica universal.

O importante é saber onde colocamos nossa frequência. Se vibramos baixo, entramos em sintonia com forças destrutivas. Se mantemos responsabilidade, clareza e reforma interna, conseguimos permanecer mais próximos da criação.

Desbloquear os Chakras é desenvolver consciência integral

Desbloquear os Chakras não é apenas alinhar centros energéticos. É desenvolver sobrevivência, prazer pela vida, poder de ação, amor, expressão, entendimento e conexão. Cada chakra ensina uma lição necessária para a experiência humana.

As técnicas ajudam, mas não substituem a consciência. Meditação, respiração, atividade física, atenção plena, terapia, estudo e práticas energéticas podem abrir caminhos, mas a pessoa precisa mudar sua forma de viver.

No fim, os chakras se desbloqueiam quando a consciência amadurece. A energia circula melhor quando paramos de fugir da vida, assumimos responsabilidade, educamos o ego, liberamos ressentimentos e permitimos que o divino e o humano caminhem juntos.